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TRIO, ACUSADO DE FRAUDAR AUXÍLIO EMERGENCIAL DO GOVERNO FEDERAL,FOI PRESO EM CRATEUS. ARMA DE FOGO E VÁRIOS OUTROS PRODUTOS APREENDIDOS

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Elementos acusados de virem fraudando auxílio emergencial do governo federal em Crateús foram presos nesta quarta 24/06/2020. Por volta de 17h00 policiais do BPRAIO Crateus  encontravam se em patrulhamento de rotina na cidade de Crateús, próximo ao Ginásio Poli Esportivo Deromi Melo onde abordaram dois indivíduos em atitudes suspeitas e que andavam em uma motocicleta na Rua Barão do Rio Branco, onde o garupeiro ao avistar a equipe jogou uma mochila no chão. Após verificação,pms descobriram que se tratava de um notebook e vários chips telefônicos. Carlos Henrique condutor da motocicleta estava com R$ 150,15 no bolso. O mesmo informou ser o proprietário dos objetos na mochila. Ao ser indagado, o mesmo informou que se tratava de aparatos para fraudes no auxílio emergencial do governo federal e que no notebook continha milhares de dados como nomes de pessoas, CPFs e demais arquivos para fraudes, onde nos últimos dias teria movimento mais de R$ 50.000,00 não tendo sequer noção de quanto teria movimentado anteriormente. Segundo ele, teria gasto tudo em farras e drogas.

Informou ainda que em Crateús tem uma grande quadrilha atuando nos mesmos crimes, cujo ele ensinou a várias pessoas como proceder tal fraude e explicou detalhadamente a guarnição como eram os procedimentos. Disse que recebia ajuda de uma pessoa de São Paulo que ajudava na invasão dos bancos de dados onde eram extraídas todas as informações. Apontou que em sua residência na Rua Renato Braga Nº 1635 teriam vários chips telefônicos guardados já ultilizados na prática delituosa, como também cartões de crédito diversos de origem desconhecida, onde a veracidade de tais fatos foram constatados após buscas.

O garupeiro Tiago informou que participava apenas fazendo os saques e recebia uma quantia não informada como pagamento, como também possuía uma arma de fogo, que estaria em sua residência na Rua Barão do Rio Branco Nº 1557, que na mesma se encontrava a pessoa de nome Salvador, que segundo os mesmos também praticava os saques em troca de pagamentos. Os PMs foram  até o local e constataram  a veracidade, os acusados salientaram que a prática era comum e diária e inclusive iriam fazer movimentações ainda nesta data  como também já teriam feito saques. Diante dos fatos conduziram  os três acusados a delegacia junto ao material apreendido para as medidas cabíveis.

Segundo o que apurou a nossa reportagem os elementos agiam da seguinte maneira: Eles conseguiam números de cpfs das possíveis vítimas, depois compravam chips telefônicos, faziam cadastros no programa do auxílio emergencial, depois abriam uma conta na agência da Caixa econômica e em seguida fazia a transferência para outra conta e logo após efetuavam os saques.

Obs: Nos últimos dias várias e várias pessoas compareceram à delegacia de polícia para registrar boletins de ocorrência relatando que ao irem a agência da Caixa sacar seus auxílios foram informados que os mesmos já haviam sido sacados. Essas pessoas foram orientadas pelo banco a procurar a delegacia de polícia.

ACUSADOS PRESOS:

1:* Carlos Henrique Neres da Silva, Nascido aos  13/12/2001, Residente na  Rua Renato Braga N°1635 Bairro  Fátima 2, o qual foi Autuado em flagrante delito no Artigo 288 do CPB. O delegado arbitrar fiança no valor de r$ 10.000 para o mesmo.

2: Thiago Costa Macêdo, Nascido aos  18/02/2000, Residente na  Rua Barão do Rio Branco N° 1557 Bairro  Altamira, o qual foi Autuado em flagrante delito nos artigos 288 do CPB . A delegacia irá apurar a respeito da arma apreendida na residência do mesmo. A fiança foi arbitrada no valor de r$ 5.000

3: Salvador Vitorino, Nascido aos  07/10/1992, Residente na  Rua Barão do Rio Branco N°1557 Bairro  Altamira, o qual foi Autuado em flagrante delito no artigo 288 do CPB. Fiança arbitrada no valor de r$ 5.000.

Material apreendido:

1 notebook Samsung contendo vasto material para fraudes

1 revólver Taurus calibre .32 numeração: 336978
2 munições picotadas

88 Chips telefônicos (13 da vivo, 6 da claro e 69 Tim)

14 cartões de crédito diversos de origem desconhecida

R$ 150,15

2 vales transporte.

Observação: Até o fechamento da matéria os três ainda permaneciam na delegacia de polícia, ou seja, nenhum havia pago fiança.


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