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MULHER MORRE NO HOSPITAL DE PORANGA, APÓS DAR ENTRADA INFORMANDO TER SIDO AGREDIDA PELO COMPANHEIRO

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Um fato grave e lamentável foi registrado nesta quarta (20) na cidade de Poranga. Aproximadamente por volta das 12:20 policiais do Destacamento local, viatura 7402 Subtenente Neres e soldado Átila foram acionados pelo hospital de Poranga dando conta de que uma senhora havia dado entrada vítima de violência doméstica. Imediatamente a composição deslocou-se até o hospital e lá chegando policiais conversaram com a vítima que realmente relatou ter sido agredida algumas vezes durante a noite porém não desejava representar contra o acusado pois tem duas filhas gêmeas de 2 meses e desejava viajar para o Piauí e o mesmo é que ajudava a manter as crianças.

Diante da recusa de representação, policiais retornaram para o destacamento quando por volta das 14:30 receberam uma nova informação do hospital dando conta de que a vítima teria chegado a óbito. Policiais foram novamente até o hospital e constataram a veracidade. De acordo com o médico plantonista a vítima realmente deu entrada com a pressão muito baixa mas não dar para atestar que a causa da morte foi devido às agressões sofridas, por isso o IML foi acionado.

Vítima: Iranilda Bezerra de Araújo -37 anos, filha de José Bezerra dos Santos e Helena Feitosa Araújo, doméstica, amasiada, residente à Rua Coronel Malaquias s/n Cohab. O acusado: Mateus Gentil Chaves- 42 anos, amasiado, agricultor, residente no local. Aproximadamente por volta das 15h00 horas policiais foram até a residência do casal e localizaram o acusado que foi conduzido para a delegacia de polícia em Crateus. Na delegacia foi feito um boletim de ocorrência.

Segundo a versão do acusado, disse que teve realmente alguns atritos durante a noite com a vítima, que ela ficou descontrolada pegou uma faca e investiu contra outra mulher e ele teve que usar dá força para conseguir dominá lá e tomar faca. Nega que tenha acontecido outras agressões após esse fato. O mesmo foi liberado e agora a polícia civil irá aguardar o laudo do IML para saber na verdade qual foi a verdadeira causa da morte para poder dar prosseguimento aos procedimentos. A hipótese de ter acontecido em infarto não está descartada.

Observação: Até o momento em que esteve na delegacia de polícia,o acusado ainda não sabia que a companheira havia chegado a óbito.

Destacar também a participação na ocorrência, do Jaerger Pinho, bombeiro civil que deu total apoio a polícia militar


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